abril 28
Gripe suína “contamina” Twitter

Charge que se espalha pelo Twitter: gripe suína está por todos os cantos do serviço de microblog
Entre links informativos e comentários jocosos, a rede serve também para falsos alardes e uma espécie de pânico contido no mundo todo, sobretudo, em regiões próximas as que tiveram casos confirmados – como México e Estados Unidos.
Faça o teste por conta própria. No site de busca do Twitter, pesquise, além do termo “gripe suína”, variações como “swine flu”, “gripe porcina” e “swine influenza”. Não é raro encontrar mensagens de usuários temerários e de suspeitas em todos os cantos do país.
A capacidade de agrupamento do Twitter parece causar mais barulho do que qualquer outra mídia social. Pequenas notas se espalham rapidamente pelas páginas e, pela limitação de caracteres e fácil interação, algumas falhas de comunicação podem acontecer.
Em uma das buscas, por exemplo, um usuário, como muitos outros, informa sobre a enfermidade: “A gripe suína é uma doença respiratória que começa em criadores de porcos. É um vírus gripal do tipo A que pode se propagar rapidamente”.
Mas não explica como pode ocorrer o contágio (tosses, espirros, gotículas de saliva e até contato com as mãos), ou que o vírus não fica suspenso no ar. As notícias “twittadas”, a partir da omissão, podem caminhar para informações errôneas ou desconexas, no chamado “telefone sem fio”.
Até o momento, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), a própria doença causada pelo vírus H1N1, na linguagem médica, não pode ser considerada epidêmica. Usuários do serviço de microblog, por enquanto, não tem alternativa senão filtrar as informações recebidas e não “retwittar” o que é incerto como algo verdadeiro.
Fonte: INFO Online




