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	<title>Binworks News&#187; Web 2.0</title>
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	<description>Do it simple.</description>
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		<title>Empresas temem segurança com web 2.0</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/empresas-temem-seguranca-com-web-20/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 18:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa mostra que 63% das empresas temem ameaças de serviços coraborativos da internet. Monitoramento da rede é alternativa para controle.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1576" title="029" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/029.jpg" alt="029" width="411" height="311" /></p>
<p>Pesquisa feita pela Sophos mostra que 63% das empresas têm receio de que os serviços da web 2.0 tragam riscos de seguranças às redes corporativas. Apesar das reservas, parte significativa das companhias libera totalmente os recursos colaborativos. O estudo revela que 43% permitem o acesso ao Facebook, 50% ao Twitter, 49% ao MySpace e 52% ao LinkedIn.</p>
<p>Os riscos podem surgir de diversas formas. Uma das maneiras mais corriqueiras de afetar a segurança é por meio de links com códigos mal intencionados camuflados em mensagens aparentemente inofensivas. Ações elaboradas especialmente para atacar determinadas empresas também ficaram cada vez mais comuns.</p>
<p>Apesar das ameaças, hoje em dia nem sempre é viável coibir por completo o acesso das ferramentas, visto que existem corporações em que o uso de redes sociais é necessário para o trabalho. Nesse caso, cabem alguns cuidados na utilização dos serviços. Para controlar a vulnerabilidade, a pesquisa indica que as áreas de TI elaborem meios de proteger sua infraestrutura monitorando a rede e conscientizando os funcionários sobre os riscos da web 2.0.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Olhar Digital</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fempresas-temem-seguranca-com-web-20%2F&amp;linkname=Empresas%20temem%20seguran%C3%A7a%20com%20web%202.0"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Americano compra Macbook Pro e ganha &#8220;pedra&#8221;</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/americano-compra-macbook-pro-e-ganha-pedra/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/americano-compra-macbook-pro-e-ganha-pedra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 20:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[comércio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[Nintendo]]></category>
		<category><![CDATA[Wal-Mart]]></category>

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		<description><![CDATA[No Texas, Estados Unidos, um cliente da Best Buy comprou um MacBook Pro pelo preço exato de US$ 2164,89 (cerca de R$ 4738), mas teve uma ingrata surpresa ao abrir a caixa. No meio do caminho, tinha uma pedra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1426" class="wp-caption aligncenter" style="width: 407px"><img class="size-full wp-image-1426" title="069" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/05/069.jpg" alt="069" width="397" height="303" /><p class="wp-caption-text">Laje no lugar do computador: vítima ainda não teve contato com o MacBook comprado</p></div>
<p>Tinha uma pedra no lugar do computador. Vermelha. “Quando cheguei em casa, abri a caixa e encontrei uma laje embrulhada com papel bolha em vez do Macbook Pro. Voltei à loja e o gerente não foi muito disposto a me ajudar. Ele disse que a Apple sela as caixas, não a loja”, escreveu a vítima <a href="http://consumerist.com/5231895/216489-paving-stone-in-a-macbook-pro-box-looks-nice-but-wont-run-photoshop?skyline=true" target="_blank"><strong><span style="color: #ff0000;">ao site Consumerist</span></strong></a>, ilustrando o ocorrido com fotos. Até agora, nenhuma das partes se dispôs a solucionar o problema.</p>
<p class="MsoNormal">Em menos de uma semana, é o segundo caso envolvendo pedras em embalagens no país. Na Flórida, uma mulher chamada Jodi Wykle presenteou o filho com um Nintendo DS de US$ 138 (aproximadamente R$ 300) pelo Wal Mart, contudo, no lugar do videogame estava um apanhado de pedras enrolado em um jornal chinês, segundo a rede de TV local ,<a href="http://www.wtsp.com/news/local/story.aspx?storyid=104724" target="_blank"><span style="color: #ff0000;"><strong>WTSP</strong></span></a>.</p>
<p class="MsoNormal">Depois de um cansativo processo de conversas e responsabilidades passadas de loja para empresa, e vice-versa, o Wal-Mart resolveu a situação e substituiu o produto.</p>
<p class="MsoNormal">Que parece ser uma nova forma de golpe, não há dúvidas. Resta saber quem anda se aproveitando do recurso: cliente, funcionário ou comprador.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Fonte:</strong> INFO Online</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Famericano-compra-macbook-pro-e-ganha-pedra%2F&amp;linkname=Americano%20compra%20Macbook%20Pro%20e%20ganha%20%26%238220%3Bpedra%26%238221%3B"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Web 2.0 vai às compras</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/a-web-20-vai-as-compras/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/a-web-20-vai-as-compras/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 May 2009 19:10:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[sites]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcelo Coutinho analisa o impacto das opiniões dos consumidores em sites, blogs e redes sociais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cresce o impacto da Internet sobre os processos de formação de opinião e decisão de compra. É o que mostra a análise de duas pesquisas do IBOPE Inteligência, a primeira realizada em janeiro deste ano, com usuários assíduos (heavy users) de tecnologia e internet na <span class="link-external"><a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=6&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;nome=home_materia&amp;db=caldb&amp;docid=17FFBC82352731D38325754A005F0EB9" target="_blank">Campus Party</a></span>, e a segunda divulgada recentemente, com jovens consumidores de material esportivo das classes ABC, realizada em parceria com a Troiano Consultoria de Marca.</p>
<p>O fato de recomendações de outros consumidores em sites de lojas, blogs e comunidades já superar a propaganda tradicional em rádio, TV e jornal para os heavy users brasileiros não me surpreende. A mesma tendência já era verificada nos Estados Unidos e na Europa faz algum tempo. Os principais estudos sobre credibilidade realizados naqueles países mostram que quanto mais intensa a utilização de um meio (independente de qual ele seja), maior seu peso na formação de opiniões.</p>
<p><strong>Parcela dos heavy users que consideram “muito importante” a fonte de informação antes da compra de um produto ou serviço online ou off-line (múltiplas respostas)</strong>:<br />
<img class="image-inline" src="http://idgnow.uol.com.br/idgimages/ilustras_reutilizaveis_idgnow/internet/tabela-compra.gif" alt="tabela-compra.gif" /><br />
Uma análise comparativa das pesquisas de utilização da Internet realizadas pelo Comitê Gestor mostra que o uso da rede no Brasil é crescente, o que explica parcialmente o aumento da sua relevância no processo de decisão de compra. Além disso, seu uso é cada vez mais vinculado a troca de informações e não somente o consumo passivo de conteúdo.</p>
<p>Dados da <span class="link-external"><a href="http://www.nielsen-online.com/pr/pr_090422.pdf" target="_blank">Nielsen Online mostram que sites de vídeo</a></span>, buscas e comunidades são responsáveis por uma parcela crescente do tempo gasto na Web, sendo que o Brasil apresenta taxas proporcionalmente mais elevadas de utilização destes últimos.</p>
<p>A web “pega carona” nos processos tradicionais de sociabilidade e desenvolvimento de confiança, antes baseados exclusivamente na mídia de massa (quando um falava para milhares) ou na interação face-a-face (quando um fala para um), ocupando uma posição intermediária entre esses dois extremos.</p>
<p>Isso significa que a propaganda de massa “morreu”? Longe disso. Conforme mostram diversos estudos do Grupo de Dinâmicas Coletivas da Universidade de Colúmbia, os mecanismos tradicionais de credibilidade (propaganda em meios massivos, “testemunhais” de celebridades, etc.) ainda possuem um papel importante.</p>
<p>Outro <span class="link-external"><a href="http://www.credibility.ucsb.edu/current_projects.php" target="_blank">estudo, da Universidade da Califórnia</a></span>, mostra que a credibilidade da informação encontrada na web depende da exposição a outros tipos de informação, inclusive jornais impressos. Mas o fato é que os meios tradicionais não são mais os únicos atores de peso no processo de formação de imagem de marca e intenção de compra.</p>
<p>Se antes era “custoso” para os consumidores encontrarem uma segunda, ou terceira opinião sobre um produto que eles desejavam comprar, este custo hoje é o click no mouse. A propaganda tradicional não tem como “competir” com isto. Seu papel será muito mais o de criar um cenário favorável para que determinadas “correntes de opinião” se formem ao redor de um produto (ou conteúdo).</p>
<p>É claro que estes processos não valem para o conjunto da população, principalmente entre aquelas camadas acima de 35 anos ou que pertencem às classes D/E, que ainda estão em um processo inicial de contato com o mundo digital. Mas a pesquisa do IBOPE Inteligência/Troiano realizada com jovens das classes ABC mostra como estes novos processos de construção de credibilidade para marcas e produtos já se enraizaram por aqui. Ou seja, não é apenas entre os heavy users, mas entre os usuários <span class="link-external"><a href="http://www.ibope.com.br/inteligencia/downloads/2009/estudo_jovens_e_marcas_esportivas.pdf" target="_blank">jovens em geral que a Web 2.0 ganha peso na hora da compra</a></span>.</p>
<p>Segundo os jovens entrevistados, as fontes de informação mais importantes na decisão de compra são os sites de fabricantes de produtos (66% das preferências), opiniões de consumidores boca-a-boca (61%), em sites de lojas (58%) e redes sociais (45%). A propaganda na TV foi apontada como importante para 39% dos entrevistados.</p>
<p>Em última instância, uma marca é informação sobre uma empresa, produto ou serviço. E a informação é a “moeda” das redes sociais. No médio prazo, não é preciso ser um gênio da matemática para perceber que se uma marca não fornece valor para os consumidores neste espaço, vai ter de pagar cada vez mais caro para conseguir influenciar a decisão de compra através de outros meios.</p>
<p><em><strong>Marcelo Coutinho</strong> é diretor de Análise de Mercado do IBOPE Inteligência e professor do mestrado em Comunicação da Fundação Cásper Líbero. </em><em>E-mail: <span class="link-mailto"><a href="mailto:marcelo.coutinho@post.harvard.edu">marcelo.coutinho@post.harvard.edu</a></span></em></p>
<p><strong><span class="link-mailto">Fonte</span><span class="link-mailto">:</span></strong><em><span class="link-mailto"> </span></em><span class="link-mailto">IDG Now<br />
</span></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fa-web-20-vai-as-compras%2F&amp;linkname=A%20Web%202.0%20vai%20%C3%A0s%20compras"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova plataforma de anúncios online ajuda pequenas empresas</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/nova-plataforma-de-anuncios-online-ajuda-pequenas-empresas/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/nova-plataforma-de-anuncios-online-ajuda-pequenas-empresas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 18:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[E-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[site]]></category>

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		<description><![CDATA[O OpenX Market tem por objetivo facilitar aos anunciantes encontrar sites menores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1040" class="wp-caption aligncenter" style="width: 469px"><img class="size-full wp-image-1040" title="0516" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/0516.jpg" alt="Nova plataforma da OpenX conduz leilões de espaço publicitário em tempo real." width="459" height="307" /><p class="wp-caption-text">Nova plataforma da OpenX conduz leilões de espaço publicitário em tempo real.</p></div>
<p>A OpenX, uma empresa iniciante de tecnologia, desenvolveu um mercado online de publicidade para empresas de pequeno porte da web, criado como alternativa a produtos oferecidos pelo Google, Microsoft, Yahoo e America Online.</p>
<p>O OpenX Market tem por objetivo facilitar aos anunciantes encontrar sites menores, em meio à forte expansão no número de sites operados por indivíduos e pequenas organizações e direcionados a nichos de audiência; outra meta do mercado é ajudar essas pequenas empresas a maximizar sua receita publicitária.</p>
<p>A OpenX, que conta com investimentos da Index Ventures e da Accel Partners, opera mais de 300 bilhões de páginas visitadas a cada mês por meio de seu software, em uma rede de cerca de 150 mil sites, o que a coloca na mesma categoria de sistemas como o DoubleClick, do Google, em termos de volume.</p>
<p>O Google adquiriu a DoubleClick por 3,1 bilhões de dólares, em 2007, como parte de uma onda multibilionária de aquisições de empresas operadoras de servidores de publicidade que também incluiu a compra da aQuantive pela Microsoft, a da Adtech pela America Online e a da 24/7 Real Media pelo WPP Group.</p>
<p>&#8220;Agora esse espaço está muito concentrado, o que torna realmente bom para nós sermos uma opção independente no mercado&#8221;, disse Tim Cadogan, presidente-executivo da OpenX, à Reuters.</p>
<p>Cadogan, um veterano do setor e antigo diretor da divisão de buscas do Yahoo, diz que o software de fonte aberta da OpenX, facilmente adaptável pelos operadores de sites, é outro atrativo.</p>
<p>A nova plataforma da OpenX conduz leilões de espaço publicitário em tempo real, permitindo que os sites aproveitem os lances mais altos até o último segundo. O sistema deve ser mais atraente para as pequenas empresas, mas também poderia ser usado por organizações maiores.</p>
<p>A Internet é a única mídia que deve registrar alta em investimento publicitário este ano &#8212; ainda que mais lento &#8211;, enquanto a maioria das empresas reduz os gastos com atividades como o marketing a fim de enfrentar a desaceleração econômica.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> INFO Online</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fnova-plataforma-de-anuncios-online-ajuda-pequenas-empresas%2F&amp;linkname=Nova%20plataforma%20de%20an%C3%BAncios%20online%20ajuda%20pequenas%20empresas"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Celular de pulso deverá chegar ao mercado em junho</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/celular-de-pulso-devera-chegar-ao-mercado-em-junho/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/celular-de-pulso-devera-chegar-ao-mercado-em-junho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 17:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[celular de pulso]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[E não se preocupe: ele também informará as horas!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><img class="alignleft size-full wp-image-596" title="035" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/035.jpg" alt="035" width="261" height="182" />Até então, você tinha um relógio no celular. Mas a partir de agora, você pode ter um celular no seu relógio. A empresa Neutrano anunciou para o dia 15 de junho o lançamento do seu celular de pulso. O aparelho tem o formato de um relógio analógico, com pequenas teclas para os números a serem discados.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Além de relógio e celular, o aparelho também tem câmera digital de 2 MP, gravador de voz e reprodutor de vídeo e áudio.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">A venda, por enquanto, está planejada somente para os Estados Unidos. O aparelho deve sair em diversos modelos, desde esportivos em resina, até versões mais clássicas em aço inoxidável. O preço médio vai variar entre 300 e 400 dólares, dependendo da versão escolhida.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong>Fonte:</strong> Olhar Digital</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fcelular-de-pulso-devera-chegar-ao-mercado-em-junho%2F&amp;linkname=Celular%20de%20pulso%20dever%C3%A1%20chegar%20ao%20mercado%20em%20junho"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bin Laden procura emprego na web</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/bin-laden-procura-emprego-na-web/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/bin-laden-procura-emprego-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 19:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://binworks.com.br/blog/?p=501</guid>
		<description><![CDATA[Uma ilha tropical. 11 competidores. Osama bin Laden. Escândalo envolvendo pornografia. O prêmio? O melhor emprego do mundo. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-502" title="091" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/091.jpg" alt="091" width="462" height="279" /></p>
<p>Essas não são informações a respeito de um reality show, mas sim de um concurso que está acontecendo de verdade no estado de Queensland, na Austrália, para promover uma campanha que enfatiza a tendência de corporações aproveitarem o poder das redes sociais como Facebook e Twitter para divulgar seus produtos.</p>
<p>A secretaria de turismo de Queensland recentemente organizou uma competição para atrair turistas à Ilha de Hamilton, na qual pedia para interessados publicarem na internet vídeos que funcionariam como cúrriculos para “o melhor emprego do mundo” &#8211; ser zelador em uma ilha paradisíaca por seis meses, com regalias como vinho e acesso a quadras de golfe.</p>
<p>Com a rápida disseminação da oferta de emprego, mais de 34 mil pessoas de mais de 200 países enviaram vídeos de um minuto de duração para concorrer à vaga, que ainda incluía um salário de 150 mil dólares.</p>
<p>“Essa foi uma ótima ideia para atrair a imaginação das pessoas, que costumam passar grande parte do seu tempo sentadas em uma cadeira desconfortável no escritório, em frente à tela de um computador sem saber como está o clima lá fora”, explicou Tim Burrowes, editor de mídia e marketing do site Mumbrella.</p>
<p>Além dos vídeos fidedignos, a secretaria de turismo de Queenland também recebeu mensagens falsas de Osaba bin Laden e admitiu que inventou a história de uma mulher que aparecia em um vídeo do YouTube após ter tatuado uma imagem da ilha de Hamilton no seu braço para ser contratada.</p>
<p>O órgão governamental reduziu os “currículos” a 50 candidatos de 22 países. Foi descoberto em seguida que uma dessas pessoas, a bióloga russa Julia Yalovitsyna, estava envolvida em um escândalo de pornografia. Ela então foi eliminada e os organizadores do concurso se deram o direito de “excluir qualquer concorrente que esteja relacionado com práticas inapropriadas, ilegais ou amorais.”</p>
<p>Hoje (03/04) a lista de finalistas será novamente reduzida, agora para 11 candidatos, que vão se reunir em Hamilton, e no dia 6 de maio será revelado quem conseguiu o emprego.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> INFO Online</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fbin-laden-procura-emprego-na-web%2F&amp;linkname=Bin%20Laden%20procura%20emprego%20na%20web"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Twitter pode virar disciplina na Inglaterra</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/twitter-pode-virar-disciplina-na-inglaterra/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/twitter-pode-virar-disciplina-na-inglaterra/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 17:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Intenção de Rose é dar mais flexibilidade aos professores na hora de escolherem o que vão ensinar]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-328" title="014" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/014.jpg" alt="014" width="361" height="240" />De acordo com artigo publicado no The Guardian, Sir Jim Rose, ex-presidente da Ofsted, entidade reguladora da educação inglesa, sugere que as crianças do primário tenham novos conhecimentos em seu currículo educacional, como habilidade para gerenciar blogs, lidar com teclados e realizar pesquisas relevantes na Wikipedia e Twitter.</p>
<p>A intenção de Rose é dar mais flexibilidade aos professores na hora de escolherem o que vão ensinar e quer agregar todo o século XXI, permitindo o acesso de crianças menores de 11 anos à web na sala de aula. Segundo Rose, as crianças precisam ter habilidades tanto para escrita à mão como em teclados, e também ter conhecimento do corretor ortográfico dos computadores.</p>
<p>Ele propõe a divisão do currículo educacional em seis áreas: Inglês; Comunicação e Línguas; Matemática; Ciência e Tecnologia; Entendimentos Humanos, Sociais e de Meio Ambiente; Bem estar e Saúde e Conhecimentos em Arte e Design, noticiou o site The Inquirer. Disciplinas como História e Geografia parecem ter sido esquecidas.</p>
<p>O Departamento para Crianças, Escolas e Famílias do país se pronunciou: &#8220;É claro que os alunos da escola primária irão aprender sobre os grandes períodos, incluindo Romanos, os Tudors e os Vitorianos e serão ensinados a entender uma larga cronologia dos maiores eventos desse país e de todo o mundo&#8221;.</p>
<p>De acordo com a agência de notícias France Presse, John Bangs, da União Nacional de Professores, também condenou a proposta: &#8220;Me parece ser um resumo das últimas tendências, como Twitter e Wikipedia. E então há toda uma descrição tradicional de ensino cronológico de história&#8221;, disse.</p>
<p>&#8220;Me parece ser algo a respeito de tendências de um lado, e pressão política de outro. Habilidades em computador e teclado parecem ser mais importantes que a escrita à mão em si. Livros tradicionais e textos escritos são rebaixados a favor do ensino baseado na web&#8221;, completou.</p>
<p><strong>Fonte</strong>: Geek</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Ftwitter-pode-virar-disciplina-na-inglaterra%2F&amp;linkname=Twitter%20pode%20virar%20disciplina%20na%20Inglaterra"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>Twitter passa a oferecer contas pagas</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/twitter-passa-a-oferecer-contas-pagas/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 17:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Twitter pretende transformar sua popularidade em receita por meio da oferta de uma gama maior de serviços]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_291" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-291" title="013" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/013-300x238.jpg" alt="Twitter" width="300" height="238" /><p class="wp-caption-text">Twitter</p></div>
<p>Em fevereiro deste ano, o co-fundador do Twitter, Biz Stone, disse em uma entrevista concedida à revista britânica Marketing que a cada dia mais companhias aderem ao serviço de microblogging e ganham seguidores. “Podemos identificar formas de tornar esta experiência ainda mais valiosa e cobrarmos pelas contas empresariais&#8221;, conta.</p>
<p>Finalmente nesta quinta-feira, 26, o Twitter anunciou o aguardado primeiro passo para transformar sua popularidade em receita por meio da oferta de uma gama maior de serviços a quem pode pagar.</p>
<p>Dea cordo com a Reuters, a companhia está se preparando para oferecer contas comerciais, nas quais empresas e outros usuários poderão pagar uma taxa para receber uma versão ampliada do Twitter, um serviço atualmente gratuito que permite o envio de mensagens de até 140 caracteres a uma rede de amigos.</p>
<p>&#8220;Nós achamos que haverá oportunidades de fornecer serviços para entidades comerciais. Se esses serviços forem valiosos para as companhias, acreditamos que elas vão querer pagar por eles&#8221;, disse Biz Stone em um e-mail enviado à Reuters.</p>
<p><strong>Popularização do Twitter</strong></p>
<p>Segundo a Nielsen Online, que mede audiência na internet, o portal do Twitter teve mais de 7 milhões de visitantes diferentes em fevereiro, contra 475 mil no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Em março de 2006, quando a Obviously Corporate fundou o site de microblogging Twitter, ninguém acreditava que uma ferramenta com número de postagem limitada iria se transformar no queridinho dos artistas, publicitários, designers, jornalistas e todo tipo de descolados e cools ao redor do mundo.</p>
<p>A possibilidade de receber instantaneamente mensagens das pessoas que você &#8220;assinou&#8221; o feed, escolheu seguir ou está sendo seguido através de email, RSS ou mesmo SMS, foi envolvendo cada vez mais os usuários, que fizeram do Twiiter um palanque de pequenas discussões diárias, &#8220;drops&#8221; rápidos, &#8220;sacadas&#8221; instantâneas ou mesmo desabafos entediantes referentes ao dia a dia dos usuários.</p>
<p>Os blogueiros envolvidos com tecnologia passaram a utilizar a ferramenta para fazer transmissões e cobertura de eventos, fato que aos poucos foi facilitando a disseminação constante do uso para fins profissionais. Não demorou para as celebridades, políticos e uma infinidade de artistas, profissionais liberais, milionários da web adotarem o Twitter como arma de divulgação de seus negócios.</p>
<p>Jornais norte-americanos passaram a convidar seus leitores a acompanhar parte de suas notícias através de seus microbloggins, o que aumentou consideravelmente o número de usuários e levou a fama do Twitter para um outro nível: o mainstream. Foi o caso do This Morning, programa tradicional da TV inglesa que fez matérias sobre as características do site, convidando os espectadores a seguir o âncora do jornal diário.</p>
<p>É questão de tempo para que sua mãe ou seu pai passem a divulgar suas aventuras diárias em comentários rápidos e cheios de humor em seus profiles customizados com referências kitsch, pré-moldadas em outros sites que sobrevivem de ajudar na confecção de profiles &#8220;cool&#8221;, divulgados e copiados por milhões ao redor do mundo.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Olhar Digital</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Ftwitter-passa-a-oferecer-contas-pagas%2F&amp;linkname=Twitter%20passa%20a%20oferecer%20contas%20pagas"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>Orkut perde espaço para o Facebook e Twitter</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/orkut-perde-espaco-para-o-facebook-e-twitter/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/orkut-perde-espaco-para-o-facebook-e-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 17:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
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		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A quantidade de acessos do Orkut caiu absurdamente nos últimos meses e hoje, não chega a 500 mil usuários ativos por mês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você é um usuário assíduo do Orkut? Pois saiba que a quantidade de acessos do serviço caiu absurdamente nos últimos meses e hoje, não chega a 500 mil usuários ativos por mês. Muito pouco se comparado ao Facebook que, no último mês, chegou à marca de 68 milhões de usuários únicos.</p>
<p>Outra comunidade que vem caminhando a passos largos nos últimos meses é o Twitter. No ano passado, o serviço de microblogging aumentou sua popularidade em 1.382%, passando de 475 mil visitas em fevereiro de 2008 para mais de 7 milhões no mês passado. Assim, segundo dados da Nielsen, o site conseguiu mais um feito notável: foi a rede social que mais cresceu em 2008, seguida pela Zimbio, com 240% e Facebook, com 224%.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Olhar Digital</p>
<p><object width="640" height="412" data="http://www.olhardigital.com.br/flashes/player_embed_wide?path_video=http://p.download.uol.com.br/olhardigital/PGM206/pgm206_cv_facebook.flv&amp;player_width=640&amp;player_height=380&amp;tipo_player=normal&amp;titulo_video=Orkut perde espaço para o Facebook e Twitter&amp;current_url=http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=7731?id_conteudo=7731" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.olhardigital.com.br/flashes/player_embed_wide?path_video=http://p.download.uol.com.br/olhardigital/PGM206/pgm206_cv_facebook.flv&amp;player_width=640&amp;player_height=380&amp;tipo_player=normal&amp;titulo_video=Orkut perde espaço para o Facebook e Twitter&amp;current_url=http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=7731?id_conteudo=7731" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Forkut-perde-espaco-para-o-facebook-e-twitter%2F&amp;linkname=Orkut%20perde%20espa%C3%A7o%20para%20o%20Facebook%20e%20Twitter"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>Em um ano, Twitter cresce mais de 1.000%</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/em-um-ano-twitter-cresce-mais-de-1000/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:26:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada pela Nielsen revelou que o Twitter apresentou um crescimento 1.382% no período de um ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="boxTexto1" style="display: block;">
<div id="HOTWordsTxt">
<div id="attachment_215" class="wp-caption alignleft" style="width: 253px"><img class="size-medium wp-image-215" title="twitter" src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/twitter-300x275.jpg" alt="Mascote do Twitter" width="243" height="224" /><p class="wp-caption-text">Twitter</p></div>
<p>Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela Nielsen revelou que o Twitter apresentou um crescimento 1.382% no período de um ano. Pelo levantamento, o site passou de 475 mil visitantes por dia em fevereiro de 2008 para atuais 7 milhões.</p>
<p>O estudo ainda mostrou que o público principal do Twitter é composto por adultos. Do total de visitantes, 41,7% dos usuários têm entre 35 e 49 anos, o que equivale a cerca de 3 milhões de acessos.</p>
<p>A facilidade de acessar o Twitter pelo celular foi determinante para o forte aumento de visitantes. O site recebe cerca de 735 mil posts pela rede de telefonia móvel. Já outras 812 mil mensagens foram disponibilizadas pelo sistema AT&amp;T ou por telefones Verizon.</p>
<p>Dentre os principais sites de relacionamento online, o Twitter foi o que apresentou o maior crescimento no comparativo com o ano passado. Com 65 milhões de visitantes, o Facebook ainda lidera este ranking.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Fonte:</strong> Diário do Grande ABC</div>
</div>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fem-um-ano-twitter-cresce-mais-de-1000%2F&amp;linkname=Em%20um%20ano%2C%20Twitter%20cresce%20mais%20de%201.000%25"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<title>Yahoo muda estratégia e volta a produzir programas para web</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/um-bilhao-de-mensagens-no-twitter/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/um-bilhao-de-mensagens-no-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 19:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Na segunda-feira, o portal de web anunciou o mais recente de uma série de programas especializados na web.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na segunda-feira, o portal de web anunciou o mais recente de uma série de programas especializados na web. Os segmentos curtos sobre celebridades que são mães, intitulado Spotlight to Nightlight, rompe com o precedente das produções iniciais de TV da empresa para a internet. Desta vez, os executivos do Yahoo dizem ter encontrado um modelo sustentável para produzir vídeos originais online, em parte ao evitar explicitamente a concorrência com a televisão. </p>
<p>Na metade da década, a empresa de tecnologia sonhou planos de produzir programas de entrevistas, comédias de situação e outros programas em estilo televisivo. Mas as dispendiosas tentativas de levar à internet o entretenimento de TV &#8220;foram todas desastrosas&#8221;, disse Trip Chowdhry, analista sênior da Global Equities Research. A tentativa de seguir o caminho de Hollywood, que chegou a incluir planos para um reality show com câmeras ocultas, foi abandonada em 2006. </p>
<p>Desde então, o Yahoo vem agindo como distribuidor de áudio, vídeo e fotos para outras empresas de mídia. E continuou a produzir seus programas, ainda que discretamente, sem o alarde que acompanhava suas ambições passadas. </p>
<p>&#8220;Podemos ter abordado o problema da maneira errada na era anterior&#8221;, disse Sybil Goldman, diretora de entretenimento do Yahoo. Goldman disse que alguns dos programas foram desenvolvidos &#8220;ainda que não atendessem a qualquer necessidade existente&#8221;. </p>
<p>&#8220;O modelo unidirecional &#8211; &#8216;achamos que isso vai ser ótimo e esperamos que vocês desejem assistir&#8217; &#8211; pode ter sido obra de uma mentalidade de TV&#8221;, ela disse. </p>
<p>No ano passado, o Yahoo cancelou um dos últimos resquícios dessa programação, um sumário diário dos vídeos de destaque na web chamado The 9. A despeito do patrocínio da Pepsi, o programa era visto como experiência e não como &#8220;resposta a qualquer demanda específica da audiência&#8221;, disse James Pitaro, vice-presidente de mídia do Yahoo.</p>
<p>Agora os produtores do Yahoo estão fazendo o oposto, encontrando suas maiores audiências e depois construindo pequenos programas na web para essas pessoas. Em lugar de produzir TV, o Yahoo agora recapitula a TV com um programa diário chamado Primetime in No Time, um vídeo com dois a cinco minutos de duração que atrai em média 400 mil visitantes ao dia e o torna uma das séries fixas mais populares na web. </p>
<p>A mudança de estratégia surge quando o mercado de vídeo na web está amadurecendo e as empresas de mídia procuram projetos lucrativos em um mercado publicitário em crise. O Yahoo, que pode divulgar vídeos em sua popular home page, assinou com patrocinadores de longo prazo para todos os seus programas originais; os melhores momentos da TV são patrocinados pela Verizon Wireless, e os segmentos com as celebridades e sua vida como mãe contam com o apoio da State Farm Insurance. </p>
<p>A State Farm estava procurando por novas maneiras de atingir a audiência feminina quando procurou o Yahoo sobre uma parceria, disse Ed Gold, diretor de publicidade da seguradora. Alguns telespectadores podem considerar os vídeos de Spotlight to Nightlight como descartáveis &#8211; babás e nomes estranhos para bebês estão entre seus tópicos -, mas Gold diz que eles permitem que a State Farm &#8220;domine o ambiente em torno desse assunto&#8221;. </p>
<p>Os segmentos serão apresentados por Ali Landry, antiga miss Estados Unidos. Uma diferença que o projeto apresenta é que os vídeos serão narrados em inglês e espanhol simultaneamente, em parte devido à fluência de Landry em ambos os idiomas.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Fum-bilhao-de-mensagens-no-twitter%2F&amp;linkname=Yahoo%20muda%20estrat%C3%A9gia%20e%20volta%20a%20produzir%20programas%20para%20web"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8216;Tweet to Beat&#8217; arrecada doações para escolas dos EUA pelo Twitter</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/tweet-to-beat-arrecada-doacoes-para-escolas-dos-eua-pelo-twitter/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 16:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Tim Ferriss inicia campanha pedindo para internautas seguirem seu perfil no Twitter, gerando doação de US$ 3 por cada um.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O autor do best seller “The 4 hours work week” Tim Ferriss lançou, na segunda-feira (09/03), a campanha <span class="link-external"><a href="http://www.fourhourworkweek.com/blog/2009/03/09/tweet-to-beat/" target="_blank"><span style="color: #2238b1;">Tweet to Beat</span></a></span>, com o objetivo de arrecadar doações para escolas carentes dos Estados Unidos.</p>
<p>Para cada usuário que seguir seu perfil no <span class="link-external"><a href="http://twitter.com/tferriss" target="_blank"><span style="color: #2238b1;">Twitter</span></a></span> até o dia 23 de março, Ferriss doará 1 dólar para a <span class="link-external"><a href="http://www.donorschoose.org/" target="_blank"><span style="color: #2238b1;">DonorsChoose.org</span></a></span> e um doador anônimo doará 2 dólares, somando 3 dólares por cada seguidor no serviço de microblogging.</p>
<p>O objetivo é arrecadar cerca de 150 mil dólares para ajudar 25 mil escolas públicas carentes dos EUA.</p>
<p>Além disso, quem ajudar a divulgar o Tweet to Beat concorrerá a uma passagem de volta ao mundo ou um MacBook Pro de 15 polegadas.</p>
<a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save?linkurl=http%3A%2F%2Fbinworks.com.br%2Fblog%2Ftweet-to-beat-arrecada-doacoes-para-escolas-dos-eua-pelo-twitter%2F&amp;linkname=%26%238216%3BTweet%20to%20Beat%26%238217%3B%20arrecada%20doa%C3%A7%C3%B5es%20para%20escolas%20dos%20EUA%20pelo%20Twitter"><img src="http://binworks.com.br/blog/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_256_24.png" width="256" height="24" alt="Share/Bookmark"/></a>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>TV 2.0</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/tv-20/</link>
		<comments>http://binworks.com.br/blog/tv-20/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 01:11:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://binworks.com.br/blog/?p=55</guid>
		<description><![CDATA[Há anos ouvimos sobre as mudanças da televisão. Você poderá interagir. Não precisará ver propaganda. Não perderá nenhum programa, pois assistirá na hora que bem entender.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há anos ouvimos sobre as mudanças da televisão. Você poderá interagir. Não precisará ver propaganda. Não perderá nenhum programa, pois assistirá na hora que bem entender. TiVo. TV Digital. HDTV. DVB (padrão europeu). ISDB (padrão japonês). ISDTV (padrão brasileiro). YouTube. Joost.<br />
Mas no final das contas, a nossa televisão de casa continua a mesma. Você senta, vê o que está passando, aproveita para ir ao banheiro nos comerciais, e grava no vídeo cassete ou DVD aquele programa favorito (grava mesmo?). Então onde está essa tal de revolução na TV?</p>
<p>A TV Digital ainda não é uma realidade no Brasil, apesar de estar em fase de implementação e já ter caminhado bastante, mas acho melhor contentar-nos com a nossa TV de casa por mais alguns anos. No entanto, existe uma outra plataforma de transmissão de dados, imagem e som que não depende de políticas, modelos, aprovações de órgãos públicos ou qualquer coisa do tipo. É a internet. </p>
<p>E como ela não fica parada por mais de alguns segundos, as inovações na área são muito rápidas e constantes. Em 2005 foi lançado o YouTube, que logo foi considerado um dos maiores fenômenos da internet, com direito a venda bilionária, processos, manifestações, empresas e até governos de países inteiros proibindo seu acesso.</p>
<p>Em 2007 foram lançadas duas novas inovações nesta área: Joost e BlogTV</p>
<p>O Joost, feito pelos mesmos criadores do Kazaa e do Skype, tem como objetivo ser uma televisão na internet, onde você pode ver o que quiser, quando quiser, interagir com outros que estejam assistindo o mesmo programa, classificar o que gosta ou não gosta, e tudo o mais que você está esperando que um dia chegue na sua TV de casa. Tudo de graça, e a meia dúzia de cliques deste blog.</p>
<p>A grande diferença entre o YouTube e o Joost é que a qualidade de som e imagem do Joost são muito melhores, e todo o conteúdo respeita direitos autorais. À primeira vista pode parecer um fator muito limitante, mas navegando pelos canais se descobre que, mesmo em versão Beta e embrionária, o programa tem um vasto conteúdo, que vai desde seriados de Sci-fi, até shows de MPB.</p>
<p>Quer conhecer? Deixe um comentário com seu e-mail que envio o convite a você!</p>
<p>Ok! A televisão pela internet está indo para um ótimo caminho, mas e aquele fator de sucesso que faz sites como o YouTube e o Flickr serem gigantes? O tal do conteúdo gerado pelo usuário?</p>
<p>Neste ponto o Joost só não é fraco porque este simplesmente não é seu objetivo, e nem deve ser. Para isto exite o BlogTV.</p>
<p>Este site permite que os usuários criem seus próprios canais de TV, 24 horas por dia, totalmente de graça, bastando apenas ter uma webcam. Extremamente intuitivo e fácil de usar, em 1 clique você começa seu “Live Broadcasting” ou assiste a outros, que estão divididos por categorias. Além disso, pode deixar gravados suas últimas transmissões, para que os usuários vejam a qualquer hora.</p>
<p>As possibilidades para quem tem uma banda ou um grupo de teatro, por exemplo, são incríveis, além de, claro, empresas fazer ações de marketing inéditas.</p>
<p>O único defeito que encontrei é que ainda não é possível apagar os vídeos que você cria, ou seja, aquele vídeo de teste que você fez vai ficar lá por um bom tempo.</p>
<p>Aproveitem, pois acredito que futuramente o site será cobrado ou terá grandes limites em sua versão gratuita. <strong>[web2br]</strong></p>
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		<title>HSBC terá banco totalmente online</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/hsbc-tera-banco-totalmente-online/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 00:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Clientes vão se relacionar com HSBC Direct via chat. Contas serão abertas em meia hora.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O HSBC vai lançar na terça-feira (10/03) um banco totalmente virtual. O HSBC Direct vai oferecer abertura de contas, transações bancárias e atendimento via internet ou telefone.</p>
<p>Com a tarifa de 24 reais mensais, os clientes do HSBC Direct terão um pacote ilimitado de serviços. O relacionamento com o gerente é todo feito via chat e a conta, que pode ser aberta em 30 minutos, inclui limites pré-aprovados para cartão de crédito e cheque especial.</p>
<p>Leia também:<br />
> Site do BC compara juros bancários<br />
> Brasileiros não confiam em transações online</p>
<p>O portal usa tecnologia batizada de Direct Token para gerar senhas novas para cada transação realizada via internet.</p>
<p>O HSBC afirma que no Brasil há 10 milhões de pessoas com perfil de cliente desse tipo de banco, ou seja, aqueles que gostam de resolver problemas rapidamente e usam a mobilidade como canal alternativo.</p>
<p>O projeto teve investimento de 70 milhões de reais e já funciona em outros países. O banco espera que 100 mil novas contas correntes sejam abertas no País até o fim de 2009. <strong>[IDGNow]</strong></p>
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		<title>Projetos 2.0 não podem ficar só com os tecnólogos</title>
		<link>http://binworks.com.br/blog/boas-vindas/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 13:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[gerenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Implantar projetos para novo capitalismo corporativo para manter as empresas competitivas passa, antes de tudo, por uma revisão completa sobre como pensamos o gerenciamento dos ambientes de informação.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Implantar projetos para novo capitalismo corporativo para manter as empresas competitivas passa, antes de tudo, por uma revisão completa sobre como pensamos o gerenciamento dos ambientes de informação.<br />
Por Carlos Nepomuceno</p>
<p>Certa vez, em uma destas crises do futebol, um “gênio” qualquer sugeriu que se aumentasse o tamanho da trave para ver se saía mais gol.</p>
<p>Toda vez que temos problemas humanos para resolver, optamos por investir em novas tecnologias (um gol maior).</p>
<p>Lidar com seres humanos é algo de uma complexidade e um custo grande; nada melhor do que fingir que determinada solução mágica resolve nossos problemas.</p>
<p>E varremos o fundamental (relações humanas) para debaixo do tapete (tecnológico).</p>
<p>Ao se implantar projetos 2.0, na verdade, não estamos instalando uma nova tecnologia, mas dando um upgrade no ambiente informacional das organizações.</p>
<p>Tenho relido o livro “Ecologia da informação” de Thomas Davenport, com o sub-título “Por que só a tecnologia não basta para o sucesso na era da informação”.</p>
<p>O livro é a base, o fio da meada, para quem deseja levar a sério a implantação de projetos 2.0 nas empresas. O autor há alguns anos já nos lembrava que:</p>
<p>1. Não encaramos até hoje os ambientes de informação de forma devida, se trata de um ambiente ecológico humano e não um problema técnico;<br />
2. Preferimos criar mega-departamentos de tecnologia da informação, esquecendo-se que a tecnologia deveria ficar a serviço dos negócios, da competição e da interação entre as pessoas &#8211; e não o contrário;<br />
3. Não colocamos a estratégia da informação como um dos itens fundamentais no planejamento das organizações;<br />
4. Os departamentos de informação (e agora os de gestão de conhecimento) não estão subordinados ao alto escalão e, com isso, perdem força;</p>
<p>(Deveriam, na verdade, ser um comitê permanente formado por todos os departamentos com um grupo pequeno executivo a este subordinado).</p>
<p>Até aqui, ambientes de informação eficientes sempre foram fundamentais para os negócios, mas as barreiras geográficas, os mercados cativos, os monopólios e a não valorização da meritocracia interna, em função do modelo hierárquico das empresas, acabaram por colocar tudo isso em segundo plano.</p>
<p>A nova verdade está brotando.</p>
<p>A tendência agora é que estes fatores intangíveis sejam cada vez mais um diferencial competitivo.</p>
<p>Assim, há que se pensar que deveria haver um estímulo e um gerenciamento dos ambientes informativos.</p>
<p>Mais e pior: achávamos que os ambientes informativos eram estáticos. Mas estamos descobrindo que eles se movem!</p>
<p>(Tudo que se move e é fundamental para os negócios precisa de gerenciamento, monitoramento, atualização, treinamento, criação de nova cultura, etc).</p>
<p>Tivemos a era do papel, passamos pela mídia de massa e pelo computador e agora estamos na rede.</p>
<p>E já entrando na rede colaborativa.</p>
<p>Enfatizo: ao se criar uma empresa colaborativa estamos, sem dúvida, fazendo upgrade no ambiente informacional, o que passa por uma nova cultura, criação de novos valores, re-estruturação do próprio conceito da organização. Todo o resto é tentar aumentar o tamanho da trave!</p>
<p>Ou seja, as empresas que não gerenciam, não cuidam, não discutem, não investem na “saúde” dos seus ambientes informacionais terão muito mais dificuldade para compreender o que estamos passando. Portanto, é o caso de implantar as políticas adequadas para continuar competitivas no mundo 2.0.</p>
<p>Esse processo, no fundo, nos mostrará o quanto estávamos errados no passado, ao acreditar que nossos negócios seriam resolvidos com tecnologia e não com a melhoria sistêmica do ambiente.</p>
<p>É um risco enorme colocar, por exemplo, a implantação de projetos 2.0 na mão só de tecnólogos.</p>
<p>Tem tudo para fracassar!</p>
<p>Esse nosso momento, lembra bastante a cena final do filme Show de Truman, com o Jim Carrey, quando o personagem descobre que sempre viveu em uma bolha artificial (nossa visão dos ambientes de informação) e ao navegar até o “horizonte” o barco bate na parede pintada de nuvens (que mostra o limite da nossa visão).</p>
<p>Implantar projetos 2.0 nas empresas para mantê-las competitivas passa, antes de tudo, por uma revisão completa sobre como pensamos o gerenciamento dos ambientes de informação.</p>
<p>Uma ruptura radical com o passado para a preparação de uma uma etapa da humanidade, que troca conhecimento de uma nova maneira e vai moldar a sociedade, a partir dessa realidade.</p>
<p>É preciso ter esse espírito aberto, pois o projeto 2.0 pode virar mais uma tentativa de inócua de aumentar o gol para ver se o jogo melhora.</p>
<p>E o “time” &#8211; com as melhores tecnologias do planeta &#8211; ir direto para a segunda divisão do novo capitalismo colaborativo.</p>
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